Vídeos - Transplante Renal - HC UNESP

 

 

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26/02/2011 - Entrevista TV Tem

Mais de 10.000 pessoas aguardam tranplante de rim

Mais de 10 mil pessoas no estado aguardam na fila de espera por um transplante de rins. Enquanto os pacientes não conseguem fazer a cirurgia, a solução são tratamentos para filtrar as impurezas do organismo e que não são nada fáceis.

Helen tem 9 anos e uma trajetória de vida nada fácil. No ano passado os rins pararam de funcionar e agora ela depende deste aparelho para viver. Sem a função renal, ela precisa fazer diálise. Um tratamento para tirar o excesso de água e outras substâncias do corpo que deveriam ser eliminadas pela urina.

A diálise é feita por um cateter no abdômen que filtra o sangue, sempre durante a noite. Uma adaptação difícil. "Eu preciso dormir cedo, demais, às vezes eu não consigo dormir, quando tem que ir à consulta eu tenho que dormir às 19 horas", explica menina.

Para que o procedimento pudesse ser feito, o quarto de Helen foi reformado com a ajuda da Secretaria Municipal de Saúde. O local tem ter torneira e estar sempre limpo para evitar contaminação, já que a diálise é feita durante a noite. Por causa do problema de saúde, a família teve que se adaptar. A mãe de Helen passou a dormir no quarto da filha e a expectativa por um transplante é grande.

A diálise é recomendada entre crianças e idosos, mas diferente de Helen, a grande maioria dos pacientes com insuficiência renal faz hemodiálise. O procedimento tem a mesma função da diálise, mas só pode ser feito em hospitais e por essa máquina.

As impurezas são filtradas do sangue. Tratamentos que ajudam a vida de quem espera uma solução permanente. No estado de São Paulo 10.300 pessoas estão na fila de espera por um transplante de rim. Poucos hospitais são autorizados a fazer este procedimento. Entre eles o HC da faculdade de medicina em Botucatu.

O Hospital das Clínicas da Unesp de Botucatu fechou o mês no terceiro lugar em transplantes no estado. Foram 13 só em janeiro. O número parece pequeno, mas é 3 vezes maior do que o registrado no mesmo período do ano passado.

E foi um transplante de rim que mudou a vida de Antonio Caetano. Foi um ano e quatro meses de angústia. Hoje ele se considera um privilegiado. Orlando Aparecido Ferreira veio de Capão Bonito para receber o novo órgão. E acredita que a solidariedade das pessoas é que permitiu que ele saísse da fila de espera, depois de um ano e meio de tratamento. Em 2010, o HC realizou 66 transplantes de rins. A meta para 2011 são 100 cirurgias.

Mais de 10 mil pessoas no estado aguardam na fila de espera por um transplante de rins. Enquanto os pacientes não conseguem fazer a cirurgia, a solução são tratamentos para filtrar as impurezas do organismo e que não são nada fáceis.

Helen tem 9 anos e uma trajetória de vida nada fácil. No ano passado os rins pararam de funcionar e agora ela depende deste aparelho para viver. Sem a função renal, ela precisa fazer diálise. Um tratamento para tirar o excesso de água e outras substâncias do corpo que deveriam ser eliminadas pela urina.

A diálise é feita por um cateter no abdômen que filtra o sangue, sempre durante a noite. Uma adaptação difícil. "Eu preciso dormir cedo, demais, às vezes eu não consigo dormir, quando tem que ir à consulta eu tenho que dormir às 19 horas", explica menina.

Para que o procedimento pudesse ser feito, o quarto de Helen foi reformado com a ajuda da Secretaria Municipal de Saúde. O local tem ter torneira e estar sempre limpo para evitar contaminação, já que a diálise é feita durante a noite. Por causa do problema de saúde, a família teve que se adaptar. A mãe de Helen passou a dormir no quarto da filha e a expectativa por um transplante é grande.

A diálise é recomendada entre crianças e idosos, mas diferente de Helen, a grande maioria dos pacientes com insuficiência renal faz hemodiálise. O procedimento tem a mesma função da diálise, mas só pode ser feito em hospitais e por essa máquina.

As impurezas são filtradas do sangue. Tratamentos que ajudam a vida de quem espera uma solução permanente. No estado de São Paulo 10.300 pessoas estão na fila de espera por um transplante de rim. Poucos hospitais são autorizados a fazer este procedimento. Entre eles o HC da faculdade de medicina em Botucatu.

O Hospital das Clínicas da Unesp de Botucatu fechou o mês no terceiro lugar em transplantes no estado. Foram 13 só em janeiro. O número parece pequeno, mas é 3 vezes maior do que o registrado no mesmo período do ano passado.

E foi um transplante de rim que mudou a vida de Antonio Caetano. Foi um ano e quatro meses de angústia. Hoje ele se considera um privilegiado. Orlando Aparecido Ferreira veio de Capão Bonito para receber o novo órgão. E acredita que a solidariedade das pessoas é que permitiu que ele saísse da fila de espera, depois de um ano e meio de tratamento. Em 2010, o HC realizou 66 transplantes de rins. A meta para 2011 são 100 cirurgias.

 

23/03/2010

Entrevista TV Tem

Hospital da Unesp de Botucatu é referência em transplantes renais

Uma boa notícia para quem precisa de um transplante. A doação de órgãos cresceu no estado de São Paulo, nos dois primeiros meses deste ano. O resultado se deve ao trabalho de conscientização feito em hospitais como o da Unesp, de Botucatu.

Liliana Tomazini Witaicenis está na fila de transplantes. Os rins dela funcionam apenas 11%. Desde 2003 a dona de casa mudou os hábitos alimentares, e não consome mais sal, mas isso não foi suficiente para evitar que o problema se agravasse.Os rins funcionam como filtros no organismo. Purificam o sangue e equilibram a água e o sal do corpo. Quando isso deixa de ocorrer, os primeiros sintomas são vistos nas pernas e nos pés, que ficam inchados. A pressão arterial também sobe.Há cinco anos Leonilda Alves Lima, que mora em Laranjal Paulista faz hemodiálise no hospital da Unesp em Botucatu. Cada sessão durante cerca de 4 horas, precisa ser feita três vezes por semana.A única saída para quem passa por essa rotina cansativa, é receber um novo rim. O hospital das clínicas da Unesp de Botucatu tem um centro que apesar de pequeno, ficou em 13º em transplantes de rins realizados no Brasil.Paulo Ribeiro dos Santos estava na padaria as 5 horas da manhã, quando recebeu a notícia de que acharam um rim compatível para ele. Ainda se recuperando do transplante, ele dá uma lição de vida.Entre janeiro e fevereiro deste ano foram feitas 136 doações de órgãos no estado, um crescimento de 70% em relação a 2008.

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